Antes, uma explicação. Está bem difícil acompanhar a exibição americana de todas as séries. Então, a partir de hoje, todas as séries serão comentadas aqui de acordo com a minha disponibilidade de tempo. Se alguém estranhar ao ver um comentário de um episódio de duas semanas atrás, já está aí a explicação.
Back to business, é hora de tirar o atraso!
Samantha Who?
2×01. So I Think I Can Dance: Não foi aquilo tudo que eu esperava de uma premiere, mas deu para matar as saudades. Até porque, Samantha Who? teve uma primeira temporada de altos e baixos e era de se esperar que a segunda também fosse assim. Christina Applegate e Jean Smart continuam sendo destaque, tendo como companhia as ótimas Melissa McCarthy e Jennifer Esposito. A diferença é que agora o Barry Watson melhorou 200% em relação à última temporada. Promessa de um bom ano. Christina, you rock!
2×02. Out of Africa: Piadas inteligentes e, só para variar um pouco, ótimas atuações fizeram esse episódio superar o anterior. Novamente, a dupla Applegate e Smart deu show e a cena na qual Samantha conta aos pais que não foi à África foi realmente muito boa. “Sim, você foi à África e hoje à tarde vão entrevistar a mãe da garota que sobreviveu.”
2×03. The Pill: Como eu disse antes, Samantha Who? é uma série de altos e baixos. Se a premiere foi o baixo e o segundo episódio, o meio termo, esse “The Pill” foi o ponto alto da temporada. Com a participação especial de Tony Hale (aka Buster de Arrested Development), o episódio deixou a ídola Jean Smart um pouco de lado para focar mais no passado da Sam e no relacionamento dela e Todd. Em meio a flashbacks hilários, a fútil Andrea tenta “pegar” uma loira só para provar que ela pode ficar com qualquer um (ou uma). Por momentos como o “obrigada” dela ao ouvir de Dena que ela é bonita por fora e feia por dentro que Samantha Who? é uma das minhas comédias preferidas. Mesmo que, para isso, eu tenha que aturar o Kevin Dunn…
Californication
2×01. Slip of the Tongue: Não sei, acho que foi o intervalo entre as temporadas, mas eu realmente achei esse o melhor episódio da série até agora. Mesmo que o clichê “eu-larguei-meu-noivo-no-altar-por-você-e-você-vai-parar-na-cama-com-outra” atrapalhe. Ainda mais quando se tem um David Duchovny que, além de ser um puta ator mostra que também pode levar a direção de um episódio numa boa.
Desperate Housewives
5×05: Mirror, Mirror: Ao contrário da maioria, eu realmente adorei esse episódio. Os flashbacks mostraram momentos desse buraco de cinco anos que a última finale deixou e, junto com isso, o tal mistério da temporada pôde ter continuação, com a armação do Dave para cima da McCluskey. O fato de o Dave ter dito que vai acabar com o homem que destruiu a vida dele praticamente põe fim à teoria de que ele é parente do George e quer se vingar da Bree. O tal homem seria então Tom ou Mike. Aliás, Dave já mostrou interesse em ter os dois bem perto dele, com aquela estória de banda de garagem. For the record: a Mary Alice parou de falar “Yeeeeeessss” e disse duas vezes “You See…”
Dexter
3×05. Turning Biminese: É fato: toda vez que Dexter tem um episódio “menos bom” [sic] é porque o seguinte vai atropelar. Mais uma vez, não foi diferente. Toda a evolução pessoal do Dexter ocorrida no episódio passado contribuiu para o grande clímax de “Turning Biminese”, com Miguel finalmente descobrindo o grande segredo dele. Mas, como bem lembrou o próprio Dexter, com Miguel foi diferente de Harry e Lila, que acabaram morrendo logo em seguida, por vontade própria ou pelas mãos do Dexter. O que importa é que a pergunta que estava na cabeça dele há dois episódios finalmente começa a ser respondida: ele parece que fez mesmo um amigo e, espero eu, um aliado.
Prison Break
4×08. The Price: Eu realmente não sei o rumo que Prison Break vai tomar, já que tudo está acontecendo muito rápido, mas estou adorando. Ainda não estamos no nível da primeira temporada, mas já há uma significativa melhora em relação à última. O que eu achei que aconteceria lá para o 15º ou 16º episódio, aconteceu já agora: o início do confronto entre Michael Scofield e o General. Claro que, como um bom episódio de Prison Break, algo dá errado, alguém atrapalha, a gasolina acaba, a bolsa de valores fecha o dia em baixa, a audiência cai… enfim, tudo dá errado. Como já era mais do que previsível, o japa morreu depois de cumprir seu papel: pegar as cinco partes da Scylla. A sexta e última, porém, que pertence ao General, deverá levar um pouco mais de tempo para acontecer, já que, depois que a tiver em mãos, a única coisa que faltará para a turma do Scofield será a tal invasão ao QG da Companhia. E até lá, algo me diz que o nível vai cair.
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Devido aos muitos xingamentos recebidos por ter falado mal do Pre-air de True Blood, pensei: “não é possível que esse povo todo esteja errado e só eu, certo”. Por isso, acho – eu disse, acho – que darei uma segunda chance ao mestre Alan Ball e seus vampiros. Só para ficar registrado, aquele é o post de maior visualização da história desse blog, com quase mil leitores e 990 deles, putos da vida comigo!
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Próximos reviews: The Office, The New Adventures of Old Christine, How I Met Your Mother.