The Sarah Connor Chronicles [1x07] – The Demon Hand

O episódio anterior, “Dungeons & Dragons”, serviu para nos explicar um pouco o passado (ou futuro, dependendo do ponto de vista) de Derek Reese. Apesar de muito bom, fiquei com a impressão de que a estória não havia andado, bem em um estilo “Heroes” (obviamente, guardadas as devidas proporções). Em compensação, esse sétimo episódio andou a passos de elefante!

Derek continua não indo com a cara de Cameron, dizendo que ela, por ser uma máquina, não é confiável. E esse episódio nos mostrou, se não uma confirmação, pelo menos que a teoria de Derek pode fazer sentido. Cameron é uma máquina, que faz aquilo que lhe programam para fazer. Salvar a professora de balé e seu irmão não fazia parte dessa programação. E aí fica claro que a preocupação de Derek faz todo o sentido. Cameron NÃO é humana. Temo que essa preocupação transforme-se em coisa maior, depois que ele a vê ensaiando passos de balé. Por ser uma máquina, Cameron não deveria gostar de coisa alguma. Começa a acontecer com ela o que aconteceu com todas as máquinas originadas do Turk: começam a pensar por si mesmas e é aí que mora o perigo. (Destaque para a mais uma vez brilhante atuação de Summer Glau).

O agente federal James Ellison finalmente apareceu! Depois de se convencer de que Sarah Connor não estava louca e que as máquinas realmente vieram do futuro, ele, de posse da mão robótica do último Terminator, vai ao encontro do Dr. Silverman, que foi psiquiatra no hospício na época em que Sarah esteve internada. Silverman tenta matar Ellison que, depois de salvo por Sarah, coloca o médico no hospício. Sarah consegue recuperar a mão e queima o último pedaço existente do Terminator.

A única crítica que eu tenho a fazer sobre o episódio é sobre John Connor. Não fez muito sentido aquela coisa de “mamãe-não-me-ama-e-eu-estou-muito-triste-e-com-raiva-dela”. E outra: já que o objetivo de Sarah era destruir a gravação, ela não poderia ter feito isso antes de voltar para casa? Tinha que deixar a fita dentro da bolsa (aberta) em cima da mesa bem onde o John poderia ver?

Enfim, gostei muito do episódio e do jeito como a estória está sendo contada. As atuações de Lena Headey e Thomas Dekker estão criando uma nova visão dos fãs de Exterminador do Futuro sobre Sarah e John Connor. Tenho pena de quem não vê.

Nota do episódio: 9.3
MVP do episódio: Summer Glau (Cameron)

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