The end

Fevereiro 12, 2009

E acabou! Mais ou menos, na verdade. Devido à dificuldade de atualizar constantemente meus dois blogs, um de cinema e esse aqui, sobre TV, ambos estão se fundindo em um só. Ou melhor, o Indubtavelmente está incorporando o Felipe’s Séries.

Então, comentários sem noção sobre séries de TV e filmes agora tudo junto no Indubtavelmente!

E vocês que estão presentes aí no Blogroll, adicione o novo endereço, please!


Lost [5x03] – Jughead

Janeiro 31, 2009

E “Jughead” chega para se juntar a “Flashes Before Your Eyes” e “The Constant” no grupo de episódios complexos e complicados do Desmond. Novamente, as viagens no tempo são o tema central do episódio, mas dessa vez, vamos parar no ano de 1954 e temos uma bombástica revelação. Mas, comecemos do começo.

O episódio já começa com a descoberta de que Desmond e Penny tiveram um filho que, hoje em 2007, aparenta ter uns 2 anos. Daniel Faraday inseriu em Desmond uma nova memória em Desmond, na qual pedia para que o brotha fosse à Universidade de Oxford encontrar sua mãe para que esta ajude às pessoas na ilha, que continuam pulando no tempo. Em sua busca, o escocês descobre que algo deu errado nas pesquisas de Faraday e uma mulher acabou inválida. Nessa hora, descobrimos que era Charles Widmore quem financiava as pesquisas de Faraday e quem, atualmente, cuida da mulher.

Desmond vai então ao encontro do sogro, que lhe diz onde encontrar a mama Faraday e pede que Desmond continue escondido com Penny, temendo pela vida da filha. Alguém se lembrou da ameaça feita por Ben Linus a Penny em “The Shape of Things to Come”?

Já na ilha, em 1954, todos os red shirts morreram. Sendo assim, sobraram apenas Sawyer e Locke, além de Juliet e o pessoal do cargueiro. Aliás, enquanto Faraday tentava desarmar uma bomba (que, se detonada, explodiria toda a ilha), Locke ia ao encontro de Richard Alpert, procurando explicações e soluções para o que estava ocorrendo com eles.

Essa sim, melhor cena do episódio. Apelando para Jacob, Locke conta que veio do futuro e pede para que, dois anos a frente, em 1956, Alpert vá procurá-lo, dizendo que será o líder dos Outros. Alpert começava a dar sinais de estar acreditando em Locke quando o clarão aconteceu mais uma vez e os sobreviventes foram parar em outra época.

Agora sim, a bombástica revelação. Charles Widmore já foi um Outro! Nós já imaginávamos, obviamente, que Widmore já tivesse estado na ilha, mas acho que basicamente todo mundo o imaginava numa posição como a de Ben ou de Richard, e não como um simples soldado. Me pergunto onde estaria Ben Linus na época. Alguma escola Dharma aprendendo sobre vulcões?

E justo quando Faraday se declarou para Charlotte, a moça não aguentou as viagens temporais e teve um ataque, ficando a dúvida de sua morte para o próximo episódio. O engraçado é que eu passei uma temporada odiando a Charlotte e quando ela começa a ficar cool, morre…

Não há como negar que a temporada está maravilhosa, como sempre. Mas também não há como negar que poderia ser melhor, ainda mais se Darlton investisse um pouco mais nos já obsoletos flashbacks. Seria legal ter outro episódio com o passado de Sawyer depois de quase duas temporadas.

OBS: Juro que pensei que a soldado marrenta que levou Faraday à bomba fosse Annie, namoradinha de infância de Ben. E depois pensei que fosse a inválida. Mas o ano não bate para nenhuma.


Fringe [1x11] – Bound

Janeiro 28, 2009

Continua a saga de Fringe para se tornar uma série respeitável, como sua irmã por parte de pai, Lost. O problema é que os mesmos erros vistos lá no início são os erros vistos agora. Talvez até mais.

“Bound”, o décimo primeiro episódio da série, fugiu do “convencional” e, em vez de trazer alguma situação Fringe no começo, mostrou Olivia sendo sequestrada, fugindo, levando amostras de alguma coisa, enterrando e sendo violentamente resgatada pelo FBI. Só depois disso a série muda de foco e vemos um professor morrendo quando, após beber um copo d’água, um verme sai de seu estômago. Abertura da série. Quero dizer, o que normalmente se faz em 4 ou 5 minutos, aqui demorou 16 (!).

Ainda demora um tempo para que o sequestro de Olivia e a morte do professor se relacionem. Mas quando isso acontece, a estória avança e, consequentemente, a série avança também. Após uma inverossímil (para não dizer mentirosa) cena, Olivia mata Samantha, mulher de um agente do FBI: o mesmo que a sequestrou . Ele é pego através de um SMS mandado pelo celular da mulher (!) e confessa o “assassinato” do professor. Aí, ele diz que não sequestrou Olivia, mas a salvou.

E o episódio termina aí. Mais um mistério não-resolvido de Fringe. Repararam alguma semelhança com a irmã mais velha? Pois é. Mas como as duas séries são irmãs e não clones, há diferenças. E a principal é que Lost explica 3 mistérios ao mesmo tempo que introduz 5. Já Fringe apenas joga informação atrás de informação na gente, sem parar para explicar umazinha que seja. Deixa eu ver se eu me lembro todos: John Scott, o vôo, a Massive Dynamics, o careca, a relação da Nina Sharp com o Broyles e com a Olivia, Mr. Jones, o “sequestro não-sequestro”…

Ah, e ainda tem a irmã da Olivia que, se não for incluída em algum coisa relacionada à fringe science ou ganhar alguma trama razoável, sua entrada na série será sem sentido. Se bem que não seria a única coisa sem sentido.

Alguém me explica para que serve Charlie Francis?


Skins [3x01] – Everyone

Janeiro 27, 2009

Por mais fanático que seja, todo fã de Skins estava cauteloso com a estréia da terceira temporada da série. Afinal, todo o elenco original foi substituído por novos atores. Somente uma coadjuvante das temporadas anteriores continua na série, sendo promovida a personagem principal. Sorte nossa que essa personagem é a Effy.

O primeiro episódio da temporada traz novamente aqueles pequenos detalhes que me irritaram bastante na segunda temporada, como o policial caindo dentro do caminhão de lixo e os professores idiotas. Ainda assim, tudo é perdoável, já que o episódio foi mais uma “introdução” aos personagens, praticamente um novo piloto.

Quanto aos novos integrantes da gang, alguns deles não me convenceram. O tal Cook tenta ser engraçado, tal qual Chris e Anwar nas temporadas passadas, mas acaba sendo somente idiota. O mesmo não pode ser dito, entretanto, de seu companheiro JJ. Esse sim conseguiu ser engraçado, num estilo nerd (o que não é tão difícil assim).

Utilizando-se de um batido clichê (redundante, não?), temos gêmeas com personalidades distintas. Quase aquele negócio de gêmea boa/gêmea má de novela das 8. Só que nesse caso estamos falando de gêmea aproveitadora/gêmea submissa. Enquanto a primeira é só a bitch da estória, a segunda parece ser mais interessante, ainda mais por causa de sua relação com a lésbica, Naomi Campbell (!), outra personagem curiosa.

Quanto a Freddie, pelo que demonstrou no episódio, não passará do “caso amoroso” de Effy. Aliás, Effy fez jus ao papel de protagonista que lhe foi dado. Ela já havia se destacado nas outras temporadas como a irmã de Tony e agora é a dona da série.

Ainda falta a Skins uma estória, um arco que comece agora e termine no fim da temporada. Falta também uma evolução nas personagens, visto que alguns são caricatos e, aparentemente, vazios. Mas o episódio não foi um desastre total – muito pelo contrário. Skins continua tendo muito potencial e continua dando um banho em qualquer tentativa americana de fazer uma série teen.

OBS: As “homenagens” às personagens antigas, como o armário do Sid e a conversa sobre o Tony só serviram para me fazer perguntar mais uma vez: “o que diabos eles fizeram?”.


Kath Day, Barney Stintson e Liz Lemon

Janeiro 17, 2009

Kath & Kim
1×09. Friends: Depois de um começo bastante irregular, parece que finalmente Kath & Kim está se encontrando. Se os dois últimos episódios exibidos no ano de 2008 já haviam sido os melhores da série, “Friends”, primeiro do ano de 2009, superou os dois. Piadas inteligentes e, principalmente, imprevisíveis. Molly Shannon, como de costume, foi disparada a melhor do elenco, mas Selma Blair começa a fazer um trabalho decente, o que faz com que os coadjuvantes cresçam também. O único ponto negativo foi o final “sem-noção” com a Pam Anderson.

How I Met Your Mother
4×12. Benefits: Utilizando-me das palavras do próprio Barney Stintson, definirei esse episódio como “aweasful” ou “awfsome”. No geral, foi realmente muito bom, mas pequenas coisinhas incomodam. Aliás, há uma pequena coisinha que já incomoda há algum tempo: o que diabos estão fazendo com o Barney? Ele perde metade da graça quando aparece no apartamento do Ted para evitar que ele e Robin briguem e, consequentemente, façam sexo. Ou quando sai do bar toda hora para quebrar televisões que estão no lixo, do lado de fora (??). Mas, graças à Deus, ele volta ao normal em cenas como a que ele vai à escola onde Lily dá aulas, durante a “Terça-Feira dos Sentimentos”. A indecisão dos produtores quando ao arco Robin-Barney está prejudicando demais uma série que é praticamente perfeita. Quem salvou nesse episódio foi o Marshall e sua revista! Esse sim foi aweasome!

30 Rock
3×07. Señor Macho Solo: Tem gente que diz que 30 Rock não deveria mais concorrer a nenhuma premiação, para que os vencedores variem um pouco. Já eu acho que Tina Fey e companhia tem mais é que levar tudo o que for possível. “Señor Macho Solo” foi, mais uma vez, brilhante. E com o diferencial que, dessa vez, não apenas Liz Lemon e Jack Donaghy brilharam. Ouve espaço para Jenna Maroney e sua hilária imitação de Janis Joplin. Tanto que a participação de Salma Hayek como a enfermeira da mãe de Jack passou despercebida. Dizem que é uma honra para uma série ter um ator com mais nome fazendo uma participação especial. Eu digo que a honra é desses atores. Tina Fey rules, mas isso todo mundo já sabe!


Jack Bauer, Patty Hewes e Tara

Janeiro 14, 2009

O mês preferido dos viciados em séries de TV vem trazendo as novidades. As primeiras incluem as voltas de Jack Bauer, em 24, e de Patty Hewes, em Damages. Além disso, como de costume, o Showtime deixou vazar o Pilot de uma série: a tão esperada The United States of Tara, escrita por Diablo Cody e estrelada por Toni Collette. Minhas impressões foram:

jackbauer224
7×01. 8 A.M. – 9 A.M.: Um episódio realmente muito bom, que teve como principal momento a volta de Tony Almeida à série. Supostamente trabalhando com terroristas dentro dos EUA que provavelmente tem ligações com o país africano Sangala, onde Jack estava em “24:Redemption”. Jack é retirado de seu injusto julgamento para ajudar o FBI na captura de Tony mas, dessa vez, deve fazê-lo sem desrespeitar a lei e seguindo o protocolo. Amazing!

damagesDamages
2×01. I Lied, Too: Mais de um ano de espera e Damages volta – e em grande estilo. Seguindo o mesmo formato sensacional da primeira temporada, temos Ellen Parsons 6 meses no futuro conversando com alguém em um tom intimidador. A série volta então para onde tinha parado, no fim da temporada anterior, com Ellen disposta a se vingar de Patty Hewes pela sua tentativa de assassinato. Glenn Close, novamente brilhante, chegou a assustar na cena em que vê o falecido Ray Fiske em seu escritório. Certamente uma das mais esperadas estréias do ano e correspondeu às expectativas.

tara1The United States of Tara
1×01. Pilot: Toni Collette é Tara, uma mulher normal que tem um pequeno problema: sofre de personalidade múltipla. Às vezes ela é simplesmente ela; às vezes , T, uma adolescente; às vezes, Buck, um homem. Simplesmente me matei de rir, não só com a Collette, mas com a série como um todo. Exatamente o que eu esperava. Looking foward to the second one!

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By the way, tem blog novo no blogroll aqui do lado. Esse aqui.


Road to the Globes – TV

Janeiro 5, 2009

MELHOR SÉRIE DRAMA
Torcida: Fico dividido entre Dexter e In Treatment. A primeira, apesar da ligeira queda de produção, ainda merece ter algum reconhecimento por parte das grandes premiações. Já In Treatment foi, para mim, a melhor série nova de 2008 (batendo True Blood fácil) e competindo com Lost e Battlestar Galactica pelo título de melhor do ano.
Aposta: Não sei, mas acho que vai pintar o primeiro prêmio de True Blood. Não vejo força para House, Dexter e nem para a atual vencedora, Mad Men. Mas In Treatment pode surpreender.

MELHOR ATOR DRAMA
Torcida: Todas as vezes que o Michael C. Hall for indicado, estarei torcendo por ele. O trabalho dele em Dexter é fantástico e não é de agora que ele é o melhor ator da TV americana. Depois de tantas derrotas, está mais do que na hora da vitória.
Aposta: Gabriel Byrne. Se a quantidade de indicações de In Treatment se converterem em prêmios, ele será o primeiro vencedor. Brilhante como o Dr. Paul Weston, Byrne tem dois fatores pesando a seu favor: protagoniza uma série da HBO e não venceu o Emmy (cujo vencedor, aliás, foi esnobado aqui).

MELHOR ATRIZ DRAMA
Torcida: Desde que assisti a “Forrest Gump – O Contador de Histórias”, Sally Field é uma das minhas atrizes preferidas (talvez perca apenas para a Meryl Streep). Por isso, minha torcida vai toda para ela.
Aposta: Certamente, uma dessas duas leva o prêmio: January Jones ou Anna Paquin. Não assisti Mad Men além do piloto, mas quem vê garante que Jones é uma das melhores atualmente. Já Anna Paquin teve uma notável evolução ao longo da temporada de True Blood e pode contar com o fato de o Globo de Ouro gostar de “descobrir” séries, ao premiá-las primeiro.

MELHOR SÉRIE COMÉDIA/MUSICAL
Torcida: The Office perdeu seu posto de minha comédia favorita para How I Met Your Mother. Mas, como a série de Barney Stintson (o verdadeiro protagonista) não concorre, vou torcer para Michael Scott e seus subalternos.
Aposta: 30 Rock de novo? Acho difícil, mas há a possibilidade. Caso 30 Rock não leve, acho que a disputa fica entre Entourage (figurinha carimbada todo ano) e Californication, após excelente segunda temporada. Weeds e The Office só completam a lista, infelizmente

MELHOR ATOR COMÉDIA/MUSICAL
Torcida: Alec Baldwin e Steve Carrell. Gosto dos dois igualmente. Qualquer um que ganhe está ótimo.
Aposta: Kevin Connolly foi surpresa na lista de indicação. Mas não vai mais aprontar esse ano. Acho que a vitória fica ou com o Alec Baldwin ou com Tony Shalhoub.

MELHOR ATRIZ COMÉDIA/MUSICAL
Torcida: Mary-Louise Parker. A Tina Fey é foda, mas está monopolizando os prêmios. Hora de variar um pouco (nem tanto) com um prêmio para a Nancy Botwin.
Aposta: Tina Fey. Segunda opção: Tina Fey. Terceira opção: Tina Fey. E assim sucessivamente…

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Torcida: Minha torcida vai para o cara mais aweasome da TV: Swarley! Disparado o melhor ator coadjuvante de comédia hoje e a alma de HIMYM. Sorry, Piven, mas sua época já passou.
Aposta: Sempre acho que os telefilmes e minisséries vão ganhar das séries, então aposto no Tom Wilkinson. Mas nunca nos esqueçamos da força das cinco indicações de In Treatment.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Torcida: Rachel Griffiths 4ever! Uma das mais competentes atrizes da TV, que está conseguindo se sobressair no meio do monte de estrelas de Brothers & Sisters (sendo superior até do que a Sally Field, inclusive).
Aposta: Dianne Wiest. Tem nome, tem Emmy e é de In Treatment, que também foi indicada com Melissa George (!?!?). A minha favorita Mia Wasinkowska, porém, ficou de fora. Golden Globe’s gone crazy!

MELHOR ATOR MINISSÉRIE OU TELEFILME
Torcida: Kiefer Sutherland. Jack Bauer, como sempre, manda muito, assim como seu intérprete. E as premiações o amam. Tanto que a atuação dele em “24: Redemption” nem foi lá essas coisas e… cá está ele.
Aposta: Não vi nenhum dos outros filmes, mas aposto no Giamatti. Por quê? Resposta: John Adams.

MELHOR ATRIZ MINISSÉRIE OU TELEFILME
Torcida: tanto faz.
Aposta: Laura Linney. Por quê? Resposta: John Adams.

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As apostas para o cinema vêm lá no outro blog ainda essa semana.


Brothers & Sisters: 2ª temporada

Janeiro 3, 2009

Depois de 2.348.567.345 anos, eu FINALMENTE, terminei a segunda temporada de Brothers & Sisters. E, mesmo atrasado, resolvi fazer um post sobre a série. Lembrando aos que acompanham a série pelo Universal que haverá spoilers sobre o final!

Quando descobri que existia mais um Walker, a primeira coisa que disse foi: “OUTRO?!?”. Aposto que os espermatozóides do velho William bebiam gasolina. Em compensação, aquilo que todo mundo já estava careca de saber se confirmou. Rebecca não é filha de William. Surpresa? Nenhuma.

O Senador McCallister desistiu de concorrer à presidência dos EUA e o arco dele e da Kitty se volta para as frustradas tentativas de ter um filho, que culminam com a decisão de adotar uma criança. Não sei, mas acho que foi um tiro no próprio pé a não-vitória do McCallister, já que ele perde seu principal atrativo (ser político) e sua função e a série perde a chance de ter mais algumas daquelas maravilhosas discussões sobre política.

O Kevin se “casou” com o Scotty. Argh! Odeio o Scotty! Ele é chato, seu intérprete, Luke MacFarlane, é o pior ator do elenco (aliás, o único ator ruim do elenco) e o Kevin rendia muito mais com o Jason ou até mesmo sozinho. Seriously, eu odeio o Scotty!

O grande atrativo da temporada aconteceu nos últimos episódios, com o fracasso do negócio feito pela Ojai Foods. Através desse arco, Rachel Griffiths teve suas melhores atuações na série – e por que não dizer, na carreira? Ainda não sei onde a Diane Wiest foi melhor que a Griffiths, mas se os votantes do Emmy viram…

E a temporada ainda trouxe uma outra coisa legal: dois astros de filmes dos anos 80! Chevy Chase e Danny Glover fizeram participações especiais na série como dois pretendentes para Nora. Apesar de ter participado apenas de um episódio, Chase foi muito bem, diferente de Glover, que fala como se estivesse engasgado.

Diferente da season finale da primeira temporada, dessa vez tivemos um bom gancho, mesmo que esse gancho seja, NOVAMENTE, o surgimento de um Walker bastardo. Quanto ao beijo final entre Justin e Rebecca… dããã. Tão óbvio como dizer “Jack Bauer vai salvar LA em 24 horas”.

E que venha a season 3!


Previsões para 2009

Janeiro 1, 2009

O ano começou e, como já é quase tradição pelos blogs dessa internet, as apostas e previsões para o recém-iniciado ano começam. E eu entro nessa também.

Em 2009:

- Lost terá uma temporada igual ou melhor do que as duas últimas.

- Ainda assim, vai patinar na audiência.

- O final de Battlestar Galactica vai fazer muito marmanjo chorar.

- 24 será criticada, mas terminará a temporada com ótima audiência.

- Dollhouse será cancelada antes de completar a temporada.

- Michael C. Hall finalmente será reconhecido pelas premiações grandes.

- Desperate Housewives terá algum desastre (natural ou não) até maio.

- O elenco de Grey’s Anatomy vai deixar a série, sobrando apenas Ellen Pompeo.

- Kath & Kim será cancelada.

- Terminator: The Sarah Connor Chronicles será renovada, mesmo com a audiência lá embaixo.

- True Blood ganhará pelo menos um Globo de Ouro.

- True Blood ganhará a maioria dos Emmys.

- O filme de alguma série será lançado e receberá críticas negativas.

- The New Adventures of Old Christine será cancelada.

- A CW continuará sem ter nenhuma série que presta.

- Prison Break terminará e todos vão dizer “até que enfim”.

- Heroes continuará uma bosta.

E você, que acha?


Felipe Awards 2008 – vencedores

Dezembro 21, 2008

Esses são os vencedores do Felipe Awards 2008, junto com comentários.
ATENÇÃO: Pode haver spoilers nos comentários. Cuidado!

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MELHOR SÉRIE DRAMA
Battlestar Galactica
Dexter
House MD
In Treatment
Lost

Comentário: Não há como negar que Lost teve um ótimo ano, assim como Dexter. Mas nenhuma das duas conseguiu repetir o nível das suas temporadas anteriores. House MD teve uma temporada irregular, alternando entre episódios ótimos e outros nem tanto. E até In Treatment, novo hit da TV, deu algumas pequenas escorregadas. Se “Through the Looking Glass” deu a vitória a Lost no ano passado, o equivalente do ano é “Revelations“. Assim como, em Lost, ficamos chocados com a descoberta do flashfoward; em BSG, ficamos estarrecidos com a chegada (prematura?) dos sobreviventes à Terra. E olha que essa foi só a primeira parte da temporada final.

MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMA
Edward
James Olmos (Battlestar Galactica)
Gabriel Byrne (In Treatment)
Hugh Laurie (House MD)
Jonathan Rhys Meyers (The Tudors)
Michael C. Hall (Dexter)

Comentário: A concorrência aqui é duríssima e a dúvida foi grande. Apenas o Jonathan Rhys Meyers – ótimo ator, por sinal – faz figuração na lista. Entre os outros quatro, Hugh Laurie sai prejudicado pela irregularidade da série, que faz com que sua personagem perca força em relação aos outros. Se no ano passado, a vitória de Michael C. Hall foi tranquila, o mesmo não se pode dizer sobre esse ano. Houve quase um empate técnico entre ele, Edward James Olmos e Gabriel Byrne. Claro qu ele é muito bom, mas uma personagem como Dexter ajuda, não ajuda?

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMA
Anna
Paquin (True Blood)
Calista Flockhart (Brothers & Sisters)
Julie Benz (Dexter)
Mary McDonnell (Battlestar Galactica)
Sally Field (Brothers & Sisters)

Comentário: Sem Glenn Close (Damages não foi exibida em 2008), Kristen Bell (Veronica Mars foi cancelada) e Edie Falco (The Sopranos chegou ao fim), a edição desse ano ficaria fácil para a Sally Field. Infelizmente para ela, Mary McDonnell cada dia se supera mais e merece mais do que a concorrente. Entre as outras, Calista Flockhart e Anna Paquin chegaram à disputa depois de realizar ótimos trabalhos em suas séries. Já Julie Benz aparece por falta de concorrência mesmo…

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMA
Blair
Underwood (In Treatment)
Henry Ian Cusick (Lost)
Jimmy Smits (Dexter)
Matthew Rhys (Brothers & Sisters)
Michael Emerson (Lost)
Robert Sean Leonard (House MD)

Comentário: Se Michael Emerson ganhou com sobras no ano passado, esse ano a disputa foi mais acirrada. O companheiro de elenco de Emerson, Henry Ian Cusick, estraçalhou na temporada (especialmente no episódio”The Constant“). O mesmo pode ser dito sobre Robert Sean Leonard, que vive seu melhor momento, criando um paradoxo com a situação da série. A lista ainda tem as presenças de Blair Underwood, destaque de In Treatment; do ótimo Matthew Rhys, que consegue sobressair em meio a um elenco repleto de estrelas e do Jimmy Smits, que chegou a Dexter desacreditado depois do fracasso de Cane e calou a boca de muita gente (eu). Mesmo com tudo isso, nenhum deles alcançou o nível de Michael Emerson, bicampeão do FA.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMA
Elizabeth
Mitchell (Lost)
Jennifer Carpenter (Dexter)
Katee Sackhoff (Battlestar Galactica)
Mia Wasinkowska (In Treatment)
Rachel Griffiths (Brothers & Sisters)

Comentário: A vencedora do ano passado, Elizabeth Mitchell, não teve grande destaque em Lost e, consequentemente, deixou de ser notada. Ainda assim, sua atuação em “The Other Woman” foi suficiente para, pelo menos, trazê-la até aqui. Jennifer Carpenter e Katee Sackhoff também foram excelentes em suas séries, apesar de a segunda ter tido menos destaque. Já Mia Wasinkowska é considerada a grande revelação de 2008. Muita gente considera a Sophie a melhor paciente do Dr. Paul e isso é, certamente, graças a ela. Porém, não há como competir com o talento de Rachel Griffths.

MELHOR ATOR/ATRIZ CONVIDADO EM SÉRIE DRAMA
Alan
Dale (Lost)
Glynn Turman (In Treatment)
Michelle Forbes (True Blood)
Sonya Walger (Lost)
Zeljko Ivanek (True Blood)

Comentários: Zeljko Ivanek, o atual vencedor do Emmy na categoria ator coadjuvante em drama (não merecido), fez uma pequena participação em True Blood. Essa sim, muito boa e que lhe valeu uma indicação ao FA. Outra que também deu as caras na série dos vampiros foi Michelle Forbes, conhecida por fazer participações em inúmeras outras séries, como Lost, 24, Prison Break e Battlestar Galactica. Além deles, os outros concorrentes da categoria foram o atual vencedor do Emmy, Glynn Turman, e o Alan Dale, o Mr. Widmore de Lost. Porém, nenhum deles foi páreo para Sonya Walger. Duvida? Então assiste a cena do telefonema entre Penny e Desmond aí…

MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DRAMA
About Last Night (Dexter)
Escrito por: Melissa Rosenberg e Scott Reynolds

The Constant (Lost)
Escrito por: Carlton Cuse & Damon Lindelof

Guess What’s Coming to Dinner (Battlestar Galactica)
Escrito por: Michael Angeli

Sophie: Week 4 (In Treatment)
Escrito por: Sarah Treem

Sophie: Week 9 (In Treatment)
Escrito por: Sarah Treem

Comentários: Uma coisa que me irrita, seja em série ou filme, é roteirista que inventa viagem no tempo, se perde e deixa o roteiro mais esburacado que fachada de casa de favela. Aconteceu com Heroes, em grande escala, e em Sarah Connor Chronicles, numa proporção menos. Porém, Carlton Cuse e Damon Lindelof conseguiram escrever um episódio com idas e vindas no tempo sem cometer erros e arrumar uma explicação plausível para tal (dentro do universo da série, obviamente). Por isso, vitória para Lost.

MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DRAMA
House
’s Head (House MD)
Dirigido por: Greg Yaitanes

Revelations (Battlestar Galactica)
Dirigido por: Michael Rymer

The Shape of Things to Come (Lost)
Dirigido por: Jack Bender

Sparks Fly Out (True Blood)
Dirigido por: Daniel Minahan

Go Your Own Way (Dexter)
Dirigido por: John Dahl

Comentários: Um dos melhores episódios do ano, “Revelations“, como eu já disse antes, foi o “Looking Glass” de 2008 ao deixar todo mundo sem ar com seu final.Claro que BSG tem uma vantagem sobre as outras: eu adoro tomadas espaciais. E há de se ressaltar as ótimas direções dos outros concorrentes, especialmente de Greg Yaitanes, em House MD, e Daniel Minaham, em True Blood. No entanto , “Revelations” foi superior.

MELHOR ELENCO
Battlestar Galactica
Brothers & Sisters
Dexter
In Treatment
Lost

Comentários: A categoria leva em conta as atuações do elenco principal como um todo. Por esse motivo, caso um ator escorregue, todo o elenco sai prejudicado. Aconteceu com Lost, já que Matthew Fox ficou muito abaixo daquilo que se é esperado dele; com Dexter e as fracas atuações dos coadjuvantes e com In Treatment e a medonha Melissa George (Globo de Ouro? Ahn? Sério?). Entre Brothers & Sisters e Battlestar Galactica, a série de Ronald Moore levou graças ao trio de frente formado por James Olmos, McDonnell e Sackhoff e pelos bons coadjuvantes. O último prêmio para a maravilhosa temporada de BSG.

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MELHOR SÉRIE COMÉDIA
30 Rock
Desperate Housewives
How I Met Your Mother
The New Adventures of Old Christine
The Office

Comentários: Uma categoria dificil, mas uma explicação simples. Desperate Housewives e 30 Rock subiram de produção, mas ficaram sem a vitória graças ao final da segunda e da quarta temporadas, respectivamente. Old Christine e The Office sofreram uma leve queda de rendimento, o suficiente para tirá-las a chance de vencer. A única que manteve o nível de temporadas anteriores foi How I Met Your Mother. Mais justo, impossível.

MELHOR ATOR EM SÉRIE COMÉDIA
Alec Baldwin (30 Rock)

David Duchovny (Californication)
Josh Radnor (How I Met Your Mother)
Lee Pace (Pushing Daisies)
Steve Carrell (The Office)

Comentários: Alec Baldwin é, junto com Tina Fey, o grande nome de 30 Rock. A série só é o que é graças a essa dupla. Baldwin, que venceu o Emmy e deve levar também o Globo de Ouro e o SAG Awards, fica com mais um prêmio: o FA.

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE COMÉDIA
Christina
Applegate (Samantha Who?)
Felicity Huffman (Desperate Housewives)
Julia Louis-Dreyffus (The New Adventures of Old Christine)
Mary-Louise Parker (Weeds)
Molly Shannon (Kath & Kim)
Tina Fey (30 Rock)

Comentários: Mary-Louise Parker tem ao seu lado um talentoso elenco. O mesmo pode ser dito sobre Felicity Huffman. Já Tina Fey tem a seu favor o maravilhoso texto e o Alec Baldwin. Porém, apenas Christina Applegate, Molly Shannon e Julia Louis-Dreyffus levam suas séries nas costas. E como, das três, quem vive uma melhor fase é a Old Christine, FA para ela!

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE COMÉDIA
Chi
McBride (Pushing Daisies)
Justin Kirk (Weeds)
Kevin Nealon (Weeds)
Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother)
Rainn Wilson (The Office)

Comentários: Se tivesse que comentar em uma palavra, ela seria: INDISCUTÍVEL. Já é sabido que toda unanimidade é burra, mas para toda regra há uma exceção. No caso, essa exceção é Neil Patrick Harris, o diferencial de How I Met Your Mother. Injustiçado em todas as premiações grandes ao perder para o superestimado Jeremy Piven, o prêmio de consolação para o Barney vem aqui. Mas ficamos na torcida pela vitória dele no Globo de Ouro! It’s gonna be legen… wait for it… dary!

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE COMÉDIA
Allyson
Hannigan (How I Met Your Mother)
Elizabeth Perkins (Weeds)
Jean Smart (Samantha Who?)
Kathryn Joosten (Desperate Housewives)
Wanda Sykes (The New Adventures of Old Christine)

Comentários: Certamente a categoria mais difícil. Hannigan, Perkins e Sykes fazem o possível para serem notadas em suas séries, mas são ofuscadas pelas estrelas com as quais contracenam. Jean Smart, a outra metade de Samantha Who? e vencedora do Emmy, não está conseguindo ter uma segunda temporada tão boa quanto a primeira. Vitória, então, para Kathryn Joosten, a grande McKluskey!

MELHOR ATOR/ATRIZ CONVIDADO EM SÉRIE COMÉDIA
Frances Conroy (Desperate Housewives)

Megan Mullaly (30 Rock)
Sarah Chalke (How I Met Your Mother)
Tony Hale (Samantha Who?)
Will Arnett (30 Rock)

Comentários: Sarah Chalke encheu o saco de todo mundo, apesar das ótimas atuações. Will Arnett e Megan Mullaly, ajudados pelo roteiro, mataram a audiência de rir. Mesma sorte não teve Tony Hale, que contou apenas com o próprio talento para ser indicado. Mas Frances Conroy roubou a cena em Desperate Housewives como uma velha ricaça e obcecada pela familia de Gabrielle.

MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE COMÉDIA
Believe in the Stars (30 Rock)
Escrito por: Robert Carlock

Best Burger in New York (How I Met Your Mother)
Escrito por: Carter Bays & Craig Thomas

A Decent Proposal (The New Adventures of Old Christine)
Escrito por: Jeff Astrof & Kari Lizer

Do-Over (30 Rock)
Escrito por: Tina Fey

Goodbye, Toby (The Office)
Escrito por: Jennifer Celotta & Paul Lieberstein

Comentários: Estava seriamente considerando declarar Tina Fey e seu “Do-Over” vencedores, mas ela foi batida pela sua própria série. A Oprah no avião conseguiu barrar todas as tentativas de Liz Lemon de adotar uma criança.

MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE COMÉDIA
If
You Work for a Living, Then Why Do You Kill Yourself Working? (Weeds)
Dirigido por: Craig Zisk

Goodbye, Toby (The Office)
Dirigido por: Paul Feig

Slip of the Tongue (Californication)
Dirigido por: David Duchovny

You’re Gonna Love Tomorrow (Desperate Housewives)
Dirigido por: Larry Shaw

Welcome to Kanawaga (Desperate Housewives)
Dirigido por: Larry Shaw

Comentários: Uma grande surpresa para mim foi ver David Duchovny se saindo muito bem como diretor. E logo na season premiere! E Desperate Housewives voltou aos velhos tempos, especialmente com “Welcome to Kanawaga” e seu furacão. Mas nem mesmo DH, nem Californication e nem a regular Weeds tiraram a vitória do hilário “Goodbye, Toby“.

MELHOR ELENCO EM SÉRIE COMÉDIA
30 Rock
Desperate Housewives
How I Met Your Mother
The Office
Weeds

Comentários: Mary-Louise Parker, Justin Kirk, Elizabeth Perkins, Kevin Nealon e até uma participação da Julie Bowen (que não conta para a categoria, mas vale o registro). Quer mais?

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MELHOR NOVA SÉRIE
Fringe
Gary Unmarried
In Treatment
Terminator: The Sarah Connor Chronicles
True Blood

Comentários: Gary Unmarried é boazinha, mas só. Fringe foi, talvez por causa da grande expectativa, a maior decepção do ano, apesar de ser boa. Terminator: The Sarah Connor Chronicles caiu demais em relação ao ótimo piloto. Entre In Treatment e True Blood, vence a mais regular, que se manteve lá em cima o tempo todo, mesmo com o alto número de episódios.

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