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Lost [4x11] - Cabin Fever

Maio 10, 2008

Essa é para se pensar: se você não gostou desse episódio, talvez Lost não seja a sua série. Definitivamente.

Cabin Fever põe Locke no grupo de personagens que tiveram uma cena de sua infância mostrada em flashback (junto com Jack, Sawyer, Hurley, Eko, Charlie, Sun e Ben). Não preciso nem dizer, porém, que a do Locke foi a mais sensacional de todas, preciso? Richard Alpert observando o pequenino prematuro Johnzinho e, anos mais tarde, visitando o cidadão. Qual será o motivo de Alpert ter se irritado tanto quando o Locke escolhe a faca? Adicione essa pergunta à listinha de mistérios da série.

Na adolescência, Locke era o nerd zuado por todos (reparou que ele tinha um pôster do Geronimo Jackson colado no armário?). A cena estava até bem sem gracinha, até a hora em que o Locke usa pela primeira vez a sua mais importante e mais marcante frase: “Don’t tell me what I can’t do!” Beautiful!

A última cena do FB mostrou Locke já adulto, pouco depois de ter ficado paralítico. E o auxiliar do hospital é… Matthew-fucking-Abbadon! Um dos personagens mais assustadores de Lost (atrás só do Yemi) tenta convencer Locke a participar de um walkabout. Como você bem se lembra, esse foi o motivo de Locke estar na Austrália e, consequentemente, no vôo 815. Nesse ponto que meu cérebro deu um nó: se Abbadon trabalha para o Widmore, por que diabos ele mandou o Locke para a Austrália, sendo que esse é, supostamente, trabalho do Ben e de seus recrutadores?

By the way, Benjamin Linus! Dessa vez eu duvido muito que alguém tire o Emmy do Michael Emerson. Apesar de o Terry O’Quin ter mandado muito bem nesse episódio (novidade…), o intérprete do Ben está se superando. É Emmy!

Momentos “como assim?”:
- Como assim o Christian está na cabana do Jacob?
- Como assim o Christian não é o Jacob?
- Como assim a Claire foi parar lá dentro?
- Como assim o médico só morreu agora?
- Como assim a ilha quis que o Ben ficass doente e que o Locke se curasse?
- Como assim o tempo do Ben acabou?

Momentos “Benjamin Linus”:
-
“Ele realmente acha que ficar foi idéia dele. Nada mal, John. Nada mal!”
- “Sim, Hugo. Eu estava exatamente onde você está agora quando puxei o gatilho.” (Destaque para o passinho para trás do Hurley)

*

OBS1: Faltou o Anthony Cooper!
OBS2: Que diabos era aquilo no braço do Keamy?
OBS3: Lost não indicada ao Emmy em 2007: injustiça. Lost não indicada ao Emmy em 2008: flamenguisse roubo.

Nota: 10.0
MVP: Terry O’Quin (John Locke) e Michael Emerson (Benjamin Linus)

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Lost [4x10] - Something Nice Back Home

Maio 3, 2008

Ok, admito: esse foi o primeiro episódio da temporada que eu não achei perfeito. Aliás, o Stranger In A Strange Land, aquele equivocado episódio das tatuagens, tinha sido o último episódio que eu não tinha achado realmente muito bom. Contudo, devo admitir também que, apesar de eu não ter amado esse episódio, ele foi MUITO bem escrito. Só que isso já é meio que uma característica da série, então…

- Todas as informações acrescentadas à estória foram relevantes. Jack ficando doente em um lugar onde todos ficam curados (boa, Rose!) me fez pensar logo se sair da ilha é mesmo o correto a se fazer.

- Os soldadinhos do Widmore não morreram. Ou o monstro da fumaça ficou com pena dos pobre coitados ou as tais regras as quais Ben se referiu no episódio passado incluem não matar pessoas.

- Charlotte falando coreano = foda, foda e foda! Jin rules e ele não vai morrer. Aliás, acho que nessa cena ficou claro que ele arrumou um lugar para a Sun no helicóptero (o lugar da Charlotte, talvez). O que me leva a pensar que, por falta de espaço, ele ainda espera por socorro lá na ilha.

- Alguém tinha me dito uma vez que Penelope Widmore era a personagem que menos aparecia, mas que mais nos deixava com cara de “Whatha fuck!”. Acho que a Mrs. Hume perdeu esse posto para Christian Sheppard.

- Falando nisso, para onde foi Claire? Minha furada teoria é a de que ela ainda estará desaparecida na hora em que o Oceanic 6 deixar a ilha. Provavelmente, Sawyer entregará Aaron a Kate e, nessa hora, pedir-lhe-á o favor. Alguém mais acha que tem algo a ver com Cassidy e Clementine?

- No flashfoward, acho que deu para notar como o Jack começou a se transformar naquele Jack barbudão e bêbado da última finale. Assim como Hurley mudou ao ver “Charlie”, Jack começa a a perceber o erro ao ver “Christian”.

Apesar de todos esses acontecimentos fodões, vamos ter que concordar que foi o episódio menos bom da temporada. Acho que foi feito para ser como um daqueles episódios que “preparam o terreno” para uma finale SENSACIONAL. Antes disso, porém, mais um episódio flashback - eu disse flashback - do Locke. Com Jacob, provavelmente! F.O.D.A.

OBS: Lost sem Benjamin Linus é que nem 24 sem Jack Bauer. Não rola!

Nota do episódio: 9.2
MVP: Matthew Fox (Jack Shepard) e Josh Holloway (James “Sawyer” Ford)

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Lost [4x09] - The Shape Of Things To Come

Abril 27, 2008

Lá em março, quando saiu o nome desse episódio, eu dei um salto da cadeira: seria possível uma das minhas músicas favoritas (Shape Of Things To Come) de uma das minhas bandas favoritas (Audioslave) tocar na minha série favorita (Lost)? Pro meio de abril, cheguei à conclusão de que isso não seria possível por uma série de razões que eu não estou a fim de dizer. Então, comecei a fazer aquilo que qualquer fã desocupado de Lost faz: procurei na música algo que a ligasse com a série. E já fiquei satisfeitíssimo com a frase que se encontra no refrão: “I’m movin’ on like a soldier”.

Ficou claro para mim que a guerra começaria de fato. E começou. Mas essa tal guerra não começou quando os homens de Widmore atiraram e mataram Karl e Rousseau (love ya 4ever!). A guerra começou a partir do momento em que Charles Widmore resolveu mudar as regras. Que diabos de regras são essas a gente ainda vai ter que esperar um bocado de tempo para descobrir, mas fica claro, nas palavras do próprio Ben, que “a caçada começou”.

Há quem torça por Charles Widmore, mas a grande maioria veste a camisa de Benjamin Linus. Afinal, seria Mr. Widmore capaz de aparecer no meio do deserto, conversar tranqüilamente com dois árabes armados na língua deles, roubar a arma de um, matar o outro e desmaiar o um? Só mesmo “O” cara para fazer tal coisa.

Aliás, o que fazem no deserto o fóssil de um urso polar (ursus maritimus, segundo Charlotte) e um Benjamin de casaco? Seria o deserto uma entrada para a ilha? Entrada essa que passa pelo Pólo Norte?

Falando em lugares do planeta, Hurley deu a dica: a Austrália é a chave do jogo. Acho que ficamos tão vidrados em Pólo Norte, Tunísia, Nigéria, Coréia do Sul e Iraque que nos esquecemos do lugar onde tudo começou: Sidney. Seria um lugar aleatório ou há alguma razão específica para o avião ter decolado de lá? Aposto todo o meu dinheiro na segunda opção.

O episódio, porém, teve um momento que me fez querer enfiar a cabeça embaixo da almofada. Sawyer (para Claire):Are you okay, sweetheart?”. SWEETHEART? Desde quando o Sawyer usa essa palavra? E nem me venham com aquele papo de “desde que ele matou o Anthony Cooper ele mudou”. Uma ova! O Sawyer que eu conheço diria “Are you okay, BARBIE?” ou, no máximo, “Are you okay, CLAIRE?” ¬¬

Agora, um recado direcionado a você que está lendo esse texto: quebrou a cara, otário! Digo isso porque você certamente faz parte do grupo de 99,99999999% das pessoas que odeiam o Bernard. E agora ele fez uma coisa muito fodona e você - admita - adorou! (Um dia ainda aprendo o código morse).

Algumas perguntas, no entanto, só serão respondidas (ou não) no próximo episódio: Jack com apendicite? O médico do cargueiro morto na praia? O incrível “não” de Faraday? Hurley, Ben, Locke e Jacob? Ben pronto para matar Penny? Uhhhh…

OBS: E dá-lhe o monstro da fumaça!
OBS2: Que legal a chavezinha que o Ben usou para ir ao andar do Widmore!
OBS3: Nadia morreu! Luto!
OBS4: EXIJO a Rousseau de volta à vida! Jacob, aja!

Nota: 10.0
MVP: Michael Emerson (Benjamin Linus)

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Séries da semana

Abril 27, 2008

Por causa do problema aqui no computador (que parece estar resolvido) fiquei sem postar comentários sobre The Office, 30 Rock, Samantha Who e Skins. Então, resolvi condensá-los em um único e pequeno post. Enjoy!

The Office [4x10] - Chair Model: Você vai ter que concordar comigo que Michael Scott é O cara. Depois de se separar da Jan, o chefe mais sem noção do planeta resolve que é hora de de começar um novo relacionamento e exige que seus funcionários lhe apresentem amigas solteiras. A cena entre ele e a amiga da Pam foi o ponto alto do episódio, mas não foi o único. No fim, ele se apaixona mesmo é pela modelo do catálogo de cadeiras e o Dwight é encarregado de encontrá-la. E ele a acha: ela morreu. Segundo o próprio Diwight, “no próximo catálogo, ele deve tentar se apaixonar por uma modelo viva”. \o/
Nota: 9.0
MVP: Steve Carrell (Michael Scott)

30 Rock [2x11] - Milf Island: Dói dizer, mas não amei esse episódio. Não do mesmo jeito que eu amei quase toda a segunda temporada até aqui. Foi até bem divertido ver o Peter preso na máquina e discando um número aleatório (que, por azar, foi o dele próprio). Só acho que perderam muito tempo naquilo de “quem disse isso sobre Jack Donaghy?”. Fora isso, o reality show foi sensacional, sem contar, é claro, o maravilhoso nome da vencedora: Deborah (pronuncia-se Dêbôráh).
Nota: 8.5
MVP: Tina Fey (Liz Lemon) e Alec Baldwin (Jack Donaghy)

30 Rock [2x12] - Subway Hero: Agora sim, Tina! Esse episódio sim me levou às gargalhadas. Daquelas de doer a barriga ao ponto de você ter que dar um pause no episódio para respirar. A volta do Dennis como o “herói do metrô”, o tour de Kenneth com o velhinho da NBC e a definição de amor da Jenna foram sensacionais, mas nada vai superar o brilhantismo das piadas políticas nas cenas entre Jack Donaghy e Tracy Jordan. A celebridade que os republicanos tanto precisam para alavancar a candidatura de John McCain à Casa Branca foi a mais improvável possível: Tracy. E como “negros não votam em republicanos”, Tracy dá a dica aos “irmãos”: Negros, não votem! T.I.N.A. F.E.Y. F.O.D.O.N.A!
Nota: 9.5
MVP: Alec Baldwin (Jack Donaghy)

Samantha Who? [1x11] - The Boss: Para começar, o nome do chefe da Sam: Mr. Funk. Os americanos parecem fanhos quando falam “funk” e isso por si só já é hilário. As confissões de Samantha e Andrea também renderam, assim como o “rolo” entre Funk e Sam. Jean Smart - mais uma vez- comandou o afinado elenco e deu um show. Tá esperando o que para começar a ver?
Nota: 9.3
MVP: Jean Smart (Regina) e Christina Applegate (Samantha Newly)

Samantha Who? [1x12] - The Butterflies: Puxando pela memória, esse talvez tenha sido o episódio menos engraçado da série até hoje. Apesar do bom roteiro e da já conhecida sincronia entre os atores, eu apenas dei umas risadinhas esporádicas. Destaque para Melissa MacCarthy e (obviamente) Jean Smart. Andrea e Frank foram bem também, Todd continua sem graça e o pai da Samantha sumiu de vez. Quem liga? Contanto que a Samantha continue a dizer frases como “Olá, borboleta. Ops, de longe você fica melhor. Beeem melhor…” eu fico satisfeito!
Nota: 8.6
MVP: Christina Applegate (Samantha Newly) e Jean Smart (Regina)

Skins [2x10] - Everybody: Acabou. A season finale da segunda temporada funcionou mais como um series finale para encerrar a participação do elenco. Muito, muito, muito boa mesmo a cena do funeral do Chris, com direito a fogos e White Stripes. Tony e Sid roubando o corpo do Chris foi o tipo de cena mais ou menos: engraçadinha, mas desnecessária. Agora diga-me: para que serviu a Sketch na série? Para dizer que uma hétero se apaixonou pelo Maxxie? E o Anwar? Enfim, salvo pelo olhar fulminante da Effy nos últimos minutos, a finale foi fraca. Ainda mais se compararmos à finale da primeira temporada, com o atropelamento e o “Wild World”. Fica a dúvida se assisto à terceira temporada ou não. Até lá (e haja tempo) eu decido! OBS: Chris e Cassie vão fazer falta. Pro resto eu estou me lixando!
Nota: 8.9
MVP: Hannah Murray (Cassie)

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Esclarecimento

Abril 22, 2008

Os escassos leitores deste blog devem estar se perguntando: onde diabos estão as atualizações? Cadê os comentários totalmente sem sentido desse completo idiota conhecido como Felipe Rocha?

Pois eu te respondo: justo quando as séries começam a voltar, meu computador consegue ganhar um prêmio: um super vírus muito legal! Por isso, estou um pouco afastado desse amado espaço.

Mas não há razão para pânico. Tudo deve se resolver essa semana. Ou não. O que importa é que com vírus ou sem vírus os comentários de Lost estarão aqui. Porque não vai ser uma merdinha qualquer que vai me calar diante da maior obra-prima da TV mundial.

Agradecido,

Felipe Rocha.

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Samantha Who [1x10] e Skins [2x09]

Abril 13, 2008

Samantha Who?
1×10 - The Girlfriend
Samantha Who, a série da minha ídola Christina Applegate, voltou essa semana com o décimo episódio da primeira temporada. Acho que desde o sétimo episódio, a série vem mantendo um nível altíssimo, com piadas inteligentes e, obviamente, engraçadas.

Como a própria Samantha explicou no início do episódio, ela sofre de um tipo de amnésia no qual você conhece todas as coisas do mundo, tipo pular corda ou ler e escrever, mas você não lembra de coisas que aconteceram com você. Tendo isso em mente, é praticamente impossível não gargalhar com os tchauzinhos que ela dá para a câmera de segurança do prédio. Aliás, a frase do episódio foi, sem dúvida, dita nesta cena:

Samantha: Olha a sua pequena TV. E olha aqueles dois. Eu acho que faltam mais relacionamentos inter-raciais na TV hoje em dia, você não acha?
Frank: Aqueles somos nós, a câmera de vigilância está logo ali.

Mais uma vez, Melissa McCarthy e Jean Smart estavam sensacionais. E protagonizaram cenas hilárias, como a da maquiagem. E, é claro, a do coelho roubado!

O ruim do episódio foi, para mim, a atuação de Kiele Sanchez. Quando todos disseram que ela foi péssima em Lost, eu a defendi. Disse que ela tinha ido muito bem. Mas nesse episódio, ela fez umas caretas muito esquisitas, típicas de novela das seis.

MVP: Christina Applegate (Samantha Newly)
Nota: 9.6

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Skins
2×09. Cassie
O penúltimo episódio da única série teen que presta nesse universo foi o mais triste. Pela primeira vez um personagem principal morreu. E foi justamente o cara que havia feito a observação mais brilhante da história da série, ao filosofar sobre as bolhas: o Chris!

Foi uma cena pesada, até mesmo para o perfil de Skins. Todo aquele vômito misturado com sangue enquanto, em seus últimos segundos de vida, Chris dizia que havia lembrado o nome da namorada. Nem a própria Cassie aguentou e fugiu.

Como na Inglaterra as pessoas são muito boas, honestas e gentis, um americano não viu problema nenhum em abrigar Cassie em sua casa por um tempo. Deixou, inclusive, que ela ficasse morando lá enquanto ele viajava. Ok…

A finale promete. Não só por ser o último episódio da segunda temporada, mas por ser o último episódio desse elenco. De acordo com o próprio produtor da série, todos os atores deixarão a série ao fim dessa temporada, com exceção da Effy. Ainda segundo ele, a próxima temporada focará um pouco mais na irmã de Tony e sua galera.

Não sei, mas me parece uma coisa “Malhação”. A justificativa dada foi a de que eles se separarão. Cada um irá seguir o seu caminho e não haverá porquê continuar com os mesmos personagens. Então me diga: qual foi o papel da Sketch na temporada? E do Anwar? Esses dois foram tão coadjuvantes que eu não veria problemas na continuação dos dois. Infelizmente, não cabe a mim decidir. Agora é só esperar o último episódio para se despedir de Tony, Michelle, Cassie, Sid, Maxxie…

MVP: Hannah Murray (Cassie)
Nota: 9.7

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The Office [4x09] - Dinner Party

Abril 13, 2008

Episódios de The Office que saem do escritório e que restringem o número de personagens costumam ser perigosos. O episódio Money foi um bom exemplo de que isso não funcione como o esperado. Mas Dinner Party veio para quebrar com tudo isso. Mesmo com apenas a participação dos personagens principais, o episódio foi realmente HILÁRIO.

Pudemos ver que a relação Michael/Jan continua a “mesma m*rd*”, pelo menos para ele. Dormindo em um mini-sofá, aturando os aromas fedorentos das velas da Jan, a música escrota do ex-assistente Hunter… A única alegria do cara foi comprar uma mini-televisão de plasma. Televisão essa que a própria Jan quebrou com um Dundie, após uma constrangedora e hilária discussão entre os dois.

Diz se não foi sensacional a “mesa” que o Michael construiu? Parecia um daqueles caixotes de madeira que o Chaves usava de banquinho para assistir ao filme da múmia.

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Melhores falas

Andy: Essas flores são para você, Jan. Com exceção de uma flor, que é para a minha flor.
Angela: O que que eu vou fazer com isso?

Jan: Só falta cozinhar o osso buco por umas três horas, o resto está pronto.
Pam: Três horas a partir de agora ou de umas 16:00hs?
Jan: Sabia que, na Espanha, muitas vezes não comem nada antes da meia-noite?

Jan: Vamos ouvir alguma música? Lembram do meu antigo assistente, o Hunter? Um excelente compositor.
Hunter (cantando, no CD): Você me pegou pela mão/ Fez de mim um homem/ Naquela noite, você fez tudo certo/ Tão novo, tão certo, a noite toda, tudo certo…

Michael: Primeiro nome é Tom.
Jan: Não, sem nomes, sem rimas, sem essas dicas…
Michael: Tudo bem, você está me dando nos nervos. Sem primeiro nome, mas ele vai num Cruzeiro, num Cruizeiro Caribenho.
Jim: Katie Holmes.
Michael: Não, mas é casado com ela.
Jim: Dawson’s Creek
Michael: Vou passar essa. Certo, rima com Parnold Schporzenegger.
Jan: Sem rimas!
Michael: Não foi muito rima.
Jim: Outra dica!
Michael: Certo, é o governador da Califórnia, é o exterminador.
Jim: Tom Cruise!

Michael: Quando eu disse que queria ter filhos, você disse que eu fizesse vasectomia, o que eu fiz? E quando você disse que talvez quisesse ter um filho, e eu não tinha certeza, quem reverteu a vasectomia? E quando você disse que não queria mesmo ter filhos, quem desreverteu? Fui eu. Você não sabe o sacrifício físico que é uma pessoa só fazer 3 vasectomias.
Jan: Mas se você quer ter filhos, ótimo, você ganhou! Vamos ter a p*rr* de um filho!
Michael: Sério? Vamos ter um filho?

Pam (para a acompanhante do Dwight): Então, de onde se conhecem?
Acompanhante: Eu era babá dele.
Jim: Me passa seu e-mail? Eu tenho… tantas perguntas!!
Acompanhante: E-mail?
Jim: Esquece!

Michael (para Jan, após ela quebrar a TV de plasma dele com um Dundie): Acabou de matar uma TV de plasma de U$200,00! Boa sorte… em me pagar com o nada que você ganha, querida.

Policial: Senhor, tem outro lugar onde pode ficar? Talvez com algum dos seus amigos?
Dwight: Michael, voce pode ir para casa comigo.
Michael: Jim? Pam?
Jim: Meu apartamento está em chamas.
Pam: Inundado!
Jim: É, inundado!

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Responde: The Office é ou não é a melhor comédia no ar atualmente?

MVP: Steve Carrell (Michael Scott)
Nota: 9.0

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Untitled

Abril 12, 2008

Uma semana depois, volto eu para atualizar esse negócio. Eu até comentaria sobre as séries que eu andei vendo essa semana. O problema é que eu vi, basicamente, Six Feet Under, Six Feet Under e Six Feet Under.

Sério, você ainda não viu? Então faça-se um favor: pare com esse Jericho, deixe Heroes de lado e peça para o Paul Torrent trazer SFU agora. I MEAN IT! Se você não começar agora, vai se arrepender para o resto da tua vida!

O título deste post, por exemplo, foi escolhido por ser o nome do episódio final da quarta temporada (e também por falta de criatividade para bolar algo melhor do que “sem título”). Desnecessário dizer que a finale foi M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A. Toda a revelação sobre o que realmente aconteceu com a Lisa, o suicídio repentino do cunhado-amante, o problema de George e a cena final entre David e papai Fisher…

E como diz o slogan da quinta temporada da série, tudo termina. Amanhã devo assistir a mais uns cinco episódios e no domingo, eu termino! Prometo que faço um textozão bonitão sobre a série depois do “fatídico-aguardadíssimo-certamente maravilhoso” series finale.

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Eu não acredito que eu estou “spoiler-free” sobre a metade final da quarta temporada de Lost. É tão legal não ter a mínima idéia sobre o que acontecerá. A única coisa que eu sei é que o episódio 9 se chamará “The Shape Of Things To Come”, o nome de uma das minhas músicas mais amadas de uma das minhas bandas mais amadas, Audioslave. Se tocar Audioslave em Lost, juro que morro de emoção. Sério!

Namastê!
“Vou torcer para o Vasco ser campeão. São Januário, meu caldeirão”.

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Tudo o que sei aprendi com a TV

Abril 4, 2008

Eu tinha falado aqui sobre esse livro, mas agora vai algo engraçado. Quando eu comprei o livro, meu pai veio logo com uma piadinha estilo Bozo: “Tudo o que você sabe você aprendeu com a TV? E a escola serviu para quê?”

Bem, respondendo ao meu pai: Nem tudo, mas a TV me ensinou muitas coisas. Algumas delas um pouco inúteis, mas eu aprendi.

Por exemplo… 

Com The Sopranos, aprendi a xingar em italiano. Scumbaggio, Scunnato, Finocchio… Mesmo sem ter certeza de como se escrevem, adoro xingar os outros assim. Quanto à tradução, tenho idéia, mas não certeza!

Com Six Feet Under, aprendi a fazer círculos perfeitos. Sabe aquele episódio em que a Claire tem que aprender a desenhar círculos perfeitos para a faculdade? Pois é, eu tentei, tentei, tentei e consegui!

Com Prison Break, aprendi a Lei de Hooker. Se você fizer buracos em locais específicos de uma parede, você compromete a estrutura e fica muito mais fácil derrubá-la.

Com In Treatment, aprendi que os psicólogos/psiquiatras te tratam bem só pela frente e, quando você vai embora, eles correm e contam tudo para outro psicólogo/psiquiatra. E ainda reclama de você.

Com The Office, aprendi que a cada ano, 4 pessoas morrem de raiva provocada por animais nos EUA. Também aprendi que não é seguro dormir com o seu George Foreman Grill logo abaixo da sua cama. E, obviamente, aprendi que Benjamin Franklin tinha sífilis.

Com 30 Rock, aprendi que se uma emissora de TV estiver realmente interessada em salvar o mundo do aquecimento global, ela não fará campanhas mandando você tomar banhos rápidos ou fechar a torneira enquanto escova os dentes. Ela dedicará uma semana inteira à conscientização da população sobre os perigos do tal aquecimento. “Se é que ele existe”, Greenzo.

Com 24 Horas, aprendi que presidentes americanos podem ser bonzinhos. Na verdade, aprendi que existem políticos honestos por aí.

Com Cane, aprendi que “o açucar é o novo óleo. Hoje adoça o seu café e amanhã fará o seu carro andar”. Palavras de Alex Vega.

Com Heroes, aprendi que cientistas indianos são muito chatos a maior parte do nosso cérebro não é utilizada e que talvez um dia, possamos ter poderes.

Com It’s Always Sunny In Philadelphia, vi que eu não sou o único que acha os velhos um pouco nojentos. E que não há nada de errado nisso.

Com Jericho, aprendi que, após a explosão de uma bomba atômica, o ar fica tóxico e é levado com o vento. A chuva vira radioativa e que se molhar, morre.

Com The Tudors, aprendi que a Igreja Católica foi por muitos anos (ou ainda é) palco das mais mirabolantes politicagens quando se tratava de escolher a sucessão papal. Só tem tinha dick!

Com Ugly Betty, aprendi que protetores genitais podem ser utilizados como a máscara do Fantasma Da Ópera.

Com Weeds, aprendi que Pittsburgh é a cidade mais calma, rica, segura, feliz e tranqüila do mundo.

Com Veronica Mars, aprendi que hackers podem descobrir qualquer coisa.

Com Lost, aprendi física, filosofia, geografia… Viagens no tempo, Albert Einstein, John Locke e a Tabula Rasa, Fenda de Sunda são só um exemplo. Sem contar que o próprio Damon Lindelof ensina, no DVD da 3ª temporada, um pouco sobre o budismo e a história de Dalai Lama e Panchen Lama!

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E aí, pai? Foi ou não foi melhor que a escola?

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Séries da semana

Abril 1, 2008

Putz! Quanto tempo sem postar nada! Eu deveria me envergonhar! Anyway, mais uma vez, pequenos comentários sobre as séries que passaram no meu computador ou DVD.

SIX FEET UNDER
*Eu queria muito ver Six Feet Under aos poucos, tipo um episódio por dia. Mas graças à Alan Ball e ao Diego retardado, estou vendo cerca de 3 episódios por dia.

*E Six Feet Under só melhora. É uma série que beira à perfeição. Entra facilmente no Top 5 de qualquer um.

*Falando dessa terceira temporada (que é a que estou vendo agora). A premiere foi maravilhosa, com a “morte” do Nate. O sonho dele enquanto estava morto foi sensacional!

*A Lisa até começou a temporada mandando bem, mas cansou. Essa história de não brigar com o Nate deu nos nervos. O Nate precisa da Brenda de volta. E eu também.

*Aliás, Brenda. Quero ver quem tem coragem de dizer que não deu um berro de desespero quando ela “se jogou” do penhasco no sonho do Nate.

*Russell, eu sabiaaaa!

*Dwight Shrute em Six Feet Under. Rainn Wilson faz praticamente o mesmo personagem. Até o jeito nerd e as frases com aquela pausa.

SKINS
*Você deve ter reparado que eu não fiz review de Skins, na semana passada. Foi porque eu não gostei tanto do episódio do Tony e porque eu não tive tempo.

*Essa semana foi episódio da Effy. Infinitamente melhor! A prova de que Effy e Tony são mesmo irmãos. E a série precisava de alguém que desse fim àquele lenga-lenga do “quarteto Malhação”. Thanks, Eff!

*E pelo que eu vi no fim do episódio, o próximo é da Jal. Vamos ver se ela finalmente aparece na série. Tem tudo para ser bom, se não houver exageros.

*Faltando apenas Jal e Anwar terem episódios. Esse do Anwar vai ser difícil…

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E a última: 1ª e 2ª temporadas de OZ compradas!! \o/